A busca pelas relíquias é uma aventura de rpg que dá início ao acontecimentos do futuro dessa campanha.

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Me digam, vocês acreditam que a paz é totalmente boa para uma nação?

Grinderold viveu anos de paz e tranquilidade, e nossa história começa em um momento onde todos aguardavam ansiosos o acontecimento do festival que comemora a vitória na última balha que aconteceu n’A Capital.

Kai, uma clériga do templo de Kelemvor decidiu que após aquele dia cansativo de trabalho, visitaria sua taverna de sempre para tomar alguma boa bebida.

Olhando de fora, o local parece íntimo, agradável e limpo. Os pilares esculpidos compõem a maior parte da estrutura externa do edifício e possuem detalhes talhados na madeira que compõem lindos detalhes de folhas que lembram a Floresta de Grinderold.

Kai anda próximo as janelas fechadas, mas ainda sim escuta o murmúrio de conversas, sons de talheres e copos. Ao entrar na taverna através da grande porta de madeira escura pelos anos, ela é recebida por pessoas dançantes e vozes rindo. O atendente está extremamente ocupado, mas ainda assim sorri para Kai ao reconhece-la. A tiefling  reconhece que  a casa está cheia, e que por  isso provavelmente demore o atendimento então olha apressadamente procurando uma mesa livre. As mesas menores também são ocupadas por pessoas que estão claramente se divertindo. Mesmo os banquinhos no bar estão ocupados, embora ninguém pareça se importar com mais companhia.

A casa cheia muito se dá a atração da noite, a voz que ela ouve do centro da taverna parece alegrar os ânimos de todos. Quando presta atenção, vê uma meia orc de pele cinza azulada, com um rosto jovem e cabelos aos ombros que toca uma bela canção em sua sitar. 

É difícil de encontrar, mas você percebe que próximo ao centro da taverna existem duas mesas com lugares sobrando, em uma delas um grande Draconato está apenas sentado observando a apresentação. Em outra um tiefling de cor azul clara bebe sua cerveja enquanto observa as mesas cheias ao redor.

Kai se aproxima e senta na mesa do tiefling de cabelos pretos, que não vê problema algum em ter companhia para essa noite. A conversa entre os dois não é muito interessante até uma visita entranha adentrar a taverna e colocar uma convocação em um canto próximo a eles. O humano de cabelos ruivos fica  desconfortável ao ser convidado pelo Tiefling, que agora Kai sabe, se chama Peter, a se sentar em sua mesa.

Ninguém poderia dizer que aquela cena renderia uma história contada até hoje pelas terras de Irinia. Naquela noite, o homem de cabelos ruivos e vestes marrons convidou aqueles tieflings, o draconato que não bebia chamado Kayn e a barda Belmora para resgatar as relíquias roubadas de uma das maiores famílias d’A Capital.

Em uma manhã fresca o grupo partiu seguindo o rastro da única suspeita que tinham, mas antes disso Angus, o druida humano passou na casa de uma familiar para tentá-la convencer novamente de partir com eles. A ajuda de todos que ele pudesse conseguir, seria precisa.

Arda não se convenceu logo de cara a acompanhar o primo, a caçadora de vestes bordos e cabelos ruivos só foi motivada a seguir em essa aventura quando sua amiga animal é enfeitiçada por Angus para os acompanhar na aventura.

Ao entraram na floresta já passava do meio dia e a viagem foi tranquila até o grupo avistar em um campo mais fechado da floresta uma casa rústica e pequena. Nesse momento nosso grupo é surpreendido por um espantalho gigante que os ataca, Arda  é ferida ao tentar ajudar os novos amigos. Mas felizmente o grupo consegue com uma certa dificuldade, arrancar os braços do espantalho e vencer o inimigo.

Ao final dessa pequena batalha, eles encontram a moradora daquela casa, uma jovem bruxa que vive isolada onde pode praticar seus rituais em paz. Depois de uma comida estranha e alguns desentendimentos ela aceita indicar o caminho em troca de um das relíquias.

O mapa da Bruxa os leva próximo ao lago onde o medo de nossos aventureiros gera um estranho encontro que quase acaba em tragédia. Após quase botar fogo em metade da floresta o grupo entende que alguns deles acabaram de se encontrar com o Povo da Lua. Kai ainda perplexa com a situação se depara com um possível inimigo. O grupo volta a sua atenção  para a mão que Kai reconhece ser resultado de um ritual necromante.

A Clériga após uma investigação incinera aqueles restos mortais de um possível elfo e o enterra antes deles atravessarem o lago para a floresta sombria.

As coisas podem se tornar um pouco confusas agora, a série dos acontecimentos são tortuosas e se você fosse perguntar para cada um do grupo respostas diferentes surgiriam.

Enquanto a caminhada continuava, o grupo encontrou uma grande árvore antiga e junto com ela o corpo que visivelmente pertenceu a mão que Kai havia enterrado antes de atravessarem o lago.
A clériga fez novamente seu ritual e o grupo segue adiante encontrando o que possivelmente era rastros de Arda, e nesse momento o grupo fica sabendo que talvez existam mais segredos entre os céu e o inferno do que eles imaginavam.

Após uma série de luzes brilhantes e purpurinas, a Barda Belmora, o Druida Angus, o Draconato Kayn, que nesse momento permanecia estranhamente calado, o Ladino Peter e a Clériga Kai seguem seu caminho até encontraram 5 corpos de Drows mortos há mais de 5 dias.

Talvez vocês passem a não acreditar nos próximos acontecimentos, mas aquele estranho grupo foi abordado por um trio de magos e a tentativa vã de se esconder do grupo gera uma série de acidentes onde o Draconato cai ao chão e quase leva todos os colegas com ele.

O grupo é capturado pelos magos e preso, quando Belmora salva o grupo e eles conseguem fugir, Angus conta ter visto a relíquia que buscavam no acampamento dos Magos.

O grupo decide voltar a cidade, eles percorrem o caminho realizado anteriormente e notam que a casa da bruxa tinha desaparecido.

Ao chegar na cidade o grupo percebe que as coisas mudaram, mas pessoas estão apavoradas e um velho senhor conta o motivo: A RAINHA ESTÁ MORTA

O grupo decide adentrar o castelo e buscar informações. Ao encontrar o conselheiro anão eles descobrem que a rainha se matou envenenada, com algumas perguntas eles descobrem que o veneno poderoso que matou a rainha estava guardado em um frasco muito parecido com os frascos que eles viram na casa da Bruxa no início da viagem.

O conselheiro desesperado em um ato inesperado toma o resto do veneno e se mata na frente dos aventureiros que estão completamente perdidos, juntos resolvem verificar o corpo da rainha e Kai recebe um aviso de seu Deus para sair de lá o mais rápido possível.

Em sua fuga o grupo saqueia o castelo levando com eles alguns objetos mágicos e uma série de joias da Rainha. O Druida que nesse momento estava completamente perdido e sem esperanças segue aquele grupo que acaba partindo para se esconder em TRAKAI.

Após uma viagem que dura um mês, os viajantes encontram um local para descansar e ficam sabendo que existem boatos sobre uma nova rainha em Grinderold.


Nas tavernas comentam sobre um possível assassinato que aconteceu, do qual um grupo estranho de 5 aventureiros são acusados, assim como saquear o castelo e fugir da cidade.

Em Grinderold pessoas tem opiniões diversas sobre o que realmente pode ter acontecido.

A Rainha Ancel procura seu primo desaparecido que acredita ter sido feito de refém e oferece uma recompensa por quem o trazer para casa.

A feliz atendente da Taverna Trombeta Flutuante nunca mais foi a mesma, suspira pelos cantos pensando em um tiefling que a seduziu em uma noite antes de todos aqueles acontecimentos surgirem a cidade.

As tavernas da região nunca mais encontraram uma atração que fosse tão hipnotizante como a música de Belmora, a famosa Meia Orc que da última vez que foi vista, fez uma grande apresentação na Taverna Flutuante.

Esses dias um anão que trabalhava como ferreiro chorou ao lembrar de uma tiefling que ele nunca mais viu, ele ouviu que ela foi uma das responsáveis pela morte da rainha, mas ele se nega aceitar que a aquela moça que bebia tão bem, fosse capaz de cometer um ato desses. Todas as noites ele bebia a bebida mais forte da taverna em sua lembrança.

O jovem guerreiro que acompanhou aquele grupo sem muita pretenção, é lembrado por alguns, mas para aqueles que se perguntam no castelo, muitos juram nunca terem ouvido pronunciar uma palavra, e não sabem se ele estava junto com aquele grupo por vontade própria.