Herman Hesse é ganhador de Nobel e um clássico da literatura. Aproveitando o mês da Alemanha no Viagem na Literatura e a edição comemorativa dos 50 anos de lançamento da obra no Brasil lançada pela Record, comecei a leitura de Demian.

“Não creio que se possam considerar homens todos esses bípedes que caminham pelas ruas, simplesmente porque andam eretos ou levem nove meses para vir à luz. Sabes muito bem que muitos deles não passam de peixes ou de ovelhas, vermes ou sanguessugas, formigas ou vespas. Todos eles revelam possibilidades de chegar a ser homens, mas só quando vislumbram e aprendem a levá-las em parte à sua consciência é que se pode dizer que possuem uma…”

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Demian com toda a certeza é uma história envolvente sobre o amadurecimento e o olhar de uma criança, é uma volta as coisas que esquecemos, é a narrativa sobre o peso e a importância que a família, seu julgamento e amor, tem em nossa vida durante nosso crescimento.

É um livro que nos fala sobre como pequenas coisas que acontecem na nossa infância, podem mudar nossa vida para sempre. Como esses acontecimentos pode influenciar nossa vida adulta.

Clássicos, são clássicos por algum motivo, acredito que ao ler Demian, você vai notar logo nas primeiras páginas os motivos pelos quais esse livro é leitura obrigatória para todos, os conflitos do personagem tem no fundo, uma certa doçura e busca por aceitação, seja em casa, seja entre os “amigos”.

Aos poucos, vamos aprendendo com aquela criança que cresce e Demian parece melhor a cada página. Uma leitura mais do que recomendada.

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ISBN-13: 9788501020291 | ISBN-10: 850102029X | Ano: 2015 |  Páginas: 196 | Editora: Record

Hermann Hesse foi um escritor alemão, que em 1923 naturalizou-se suíço. Nascido no seio de uma família muito religiosa, filho de pais missionários protestantes (pietistas, como é típico da Suábia) que tinham pregado o cristianismo na Índia. Estudou no seminário de Maulbronn, mas não seguiu a carreira de pastor como era da vontade de seus pais. Tendo recusado a religião, ainda adolescente, rompeu com a família e emigrou para a Suíça em 1912, trabalhando como livreiro e operário. Acumula então sólida cultura autodidata e resolve dedicar-se à literatura. Travou contato com a espiritualidade oriental a partir de uma viagem à índia em 1911 e com a psicanálise por meio de um discípulo de Carl Gustav Jung, em decorrência de uma crise emocional causada pela eclosão da Primeira Guerra Mundia

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Baci ;*

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