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O Número Zero é o mais novo livro do autor italiano conhecido por seu livro “O Nome da Rosa”. Sim, Umberto Eco, o clássico autor amado por muitos e odiado por tantos outros que realmente me surpreendeu em o “Número Zero”.

O Número Zero surpreende justamente por sua fácil compreensão e rapidez. Os leitores tem sempre uma reclamação comum sobre Umberto: É chato. Seus livros demoram uma vida, são complicados e geralmente tem uma leitura mais difícil, daquelas que a gente precisa prestar o máximo de atenção e mesmo assim no final, não sabe se realmente compreendeu. Eu te entendo, e digo que com certeza O Número Zero pode ser um livro para você dar mais uma chance para o Eco.

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Contando a história de um grupo que pretende lançar “O Amanhã”, um jornal lançado por um corrupto Comendador e que carrega vários mistérios e possui um diferencial. Em “O Amanhã”, as coisas acontecerão amanhã, não hoje. Não vamos informar, mas chantagear. Aqui temos uma narrativa que caminha com rapidez, cheia de fôlego para percorrer com rapidez todas as nossas horas de leitura por essas 200 páginas que nos ensinam muito sobre o amanhã e sobre o que imaginamos como as coisas funcionam. O livro abre uma gama imensas de pesquisas que o próprio leitor pode fazer para conhecer um pouco mais sobre o que estava acontecendo na Itália durante o ano escolhido para ser o lar da narrativa, 1992.

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Umberto não nos mostra apenas uma história. Ele nos mostra  Itália, seus personagens mais tradicionais e a corrupção que também se esconde no governo. Uma leitura incrível para ser feita por todos. Fãs ou não de Umberto Eco.

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ISBN-13: 9788501104670 | ISBN-10: 8501104671 | Ano: 2015 | Páginas: 208 | Editora: Record

Umberto Eco construiu sólida carreira como professor de semiótica na Universidade de Bolonha.  Ensaísta de renome mundial, dedicou-se a temas como estética, semiótica, filosofia da linguagem, teoria da literatura e da arte e sociologia da cultura. Autor de artigos de opinião nos jornais Espresso e La Repubblica, estreou como romancista com O Nome da Rosa, em 1980.  Depois do imenso sucesso colhido na Itália e em todo o mundo, escreveu O Pêndulo de Foucault (1988), A Ilha do Dia Anterior (1994) e Baudolino (2000). Seus textos jornalísticos estão reunidos em Diário Mínimo (1963), O Segundo Diário Mínimo (1990) e A Coruja de Minerva (2000).

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Baci ;*

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