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O “Amor à Moda Antiga” do Fabrício Carpinejar

Já falei muito sobre Carpinejar aqui, aqui e aqui também, então acho que você já sabe: eu gosto muito das coisas que o autor escreve. Sempre tive uma queda por crônicas e quando descobri os escritos do Carpinejar, foi amor.

Infelizmente eu não consigo acompanhar todos os lançamentos dos livros do Carpinejar, mas sempre que dá, ele é uma das minhas compras obrigatórias. Na Black Friday pude comprar o ebook (e aproveitar meu kindle novo), de Amor à Moda Antiga, seu lançamento pela editora Belas Letras. O livro é um pouco diferente daqueles que eu já li e resenhei por aqui. Em vez de crônicas, nos temos poemas e em sua versão original, sem revisão, sem alteração.

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Carpinejar ganhou uma velha máquina de escrever em seu aniversário de 43 anos e agora ele escreve poemas de amor com sua Olivetti Lettera 82 verde-esmeralda. E são alguns desses poemas, em seu formato original que você encontra aqui, alguns com pequenas correções com a letra do Carpinejar, mas todos em seu original, como se você estivesse lendo assim que o autor termina de escrever.

Todos os textos de Amor à Moda Antiga foram originalmente escritos em máquina de escrever. E isso dá todo um clima diferente e gostoso ao livro, é como se tudo fosse mais íntimo. Mais próximo e mais verdadeiro.

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Eu sempre gostei da forma com que Fabricio fala do amor, eu me identifico com suas palavras e elas sempre me deixam com aquela vontade de ler mais e mais. E aqui nesses curtos poemas encontramos um livro para ler esperando o ônibus, rapidinho enquanto a vida passa e o amor está acontecendo a nossa volta.

“Amor á moda Antiga” é um livro simples, mas cheio de sentimentos, recheado de reflexões sobre o amor disfarçadas de poemas e entregues ao leitor de forma sincera e sem pretenções. É gostoso de ler mas talvez seja melhor pra quem já conhece as obras do autor.

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ISBN-13: 9788581742861| ISBN-10: 8581742866 | Ano: 2016 | Páginas: 104 | Editora: Belas Letras

Fabrício Carpi Nejar, ou Fabricio Carpinejar, como passou a assinar em 1998 (Caxias do Sul, 23 de outubro de 1972) é um poeta e jornalista brasileiro. Filho dos poetas Carlos Nejar e Maria Carpi, adotou a junção de seus sobrenomes em sua estréia poética, As solas do sol, de 1998. Em 2003 publicou, pela editora Companhia das Letras, a antologia Caixa de sapatos, que lhe conferiu notoriedade nacional. Desde maio, mantém a coluna que antes era ocupada por Moacyr Scliar no jornal Zero Hora. É mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Baci ;*

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