Sim, eu Ph! estou de volta, lindo, loiro, feliz e formado! Rá! Acabaram-se as aulas e agora eu vou ter mais tempo pra continuar a encher vocês com notícias, críticas, novidades e tudo mais sobre o mundo mágico do cinema! Estava com saudade de escrever por aqui. E também devo um agradecimento a Anna, que segurou as pontas e não deixou a coluna de cinema abandonada!

E para começar bem, já vamos com as impressões de uma estréia deste fim de semana: “Now you see me” (Truque de Mestre)

Sinopse:Os agentes do FBI acompanham uma equipe de ilusionistas que fazem assaltos a bancos durante suas performances. Além dos ladrões, os policiais também são sempre recompensados com esses roubos. (@Parisfilmes)

Direção: Louis Leterrier

Duração: 115min.

Elenco: Jesse Eisenberg, Mark Ruffalo, Woody Harrelson.

 

Quem nunca viu aqueles truques de mágica e ficou se perguntando “Como ele fez isso?” ou ainda, fez aquele comentário “Ah, isso aí é fácil!”. Pois bem, neste filme nós vamos ver isso de novo.  E incrivelmente, as pessoas nunca se cansam de ver mágicas ou tentar descobrir como elas são feitas. Truque de mestre é basicamente um filme grande, com um tom glamuroso e um bom bocado de “mágica”. Um truque sobre truques.

Entretenimento. É a palavra certa para descrever este filme. Truque de Mestre não te acrescenta em nada, mas também não te diminui. Sua proposta é ser um filme de entretenimento, leve e que prenda o espectador sem precisar de esforço. E ele cumpre seu papel muito bem. Na tela um grupo de ilusionistas se reúne através de um mecenas, para produzir grandes espetáculos de mágica. Porém, eles usam os seus shows para realizar o que parecem ser impossíveis roubos a banco. Esses roubos intrigam o FBI, que simplesmente não consegue entender como eles realizam tal fato. Recorrem então a um especialista em desmascarar truques de mágica para tentar descobrir como agem os ilusionistas.

Super clichê. Um filme de golpe, com truques sobre golpes para esconder o truque. Mas, é interessante. Porque ele prende o espectador pela sua beleza e visual bacana. Muita tecnologia empregada também, e toda aquela magia que mexe com as pessoas nos grandes shows de Vegas. O filme consegue prender a nossa atenção para tirar os olhos críticos do caminho, assim como é feito num bom truque de mágica. “Desvie o espectador para o outro lado enquanto você faz o truque aqui.”

No fim, até que o roteiro convence. Tirando essa reviravolta totalmente desnecessária e previsível no fim, como já manda a receita de qualquer filme de suspense moderno. A fotografia á bacana e extremamente inquieta. Não tem uma sequência com uma câmera parada. Devo dizer que Morgan Freeman estava me convencendo bem no papel mas desandou no final. Mark Ruffalo desempenhou bem o seu trabalho. Temos muitos toques de humor também no filme o que ajuda a deixar as partes mais paradas menos chatas e demoradas. Até mesmo porque o filme acaba se dispersando muito em certos momentos.

Entretenimento bacana para o fim de semana se faltar opção. Vai estar na sessão da tarde daqui um ou dois anos e passar milhões de vezes. Merece 3 xícaras de café expresso pelo visual bonito, pela escolha “clean” e pela trilha que é legal. Divirta-se.

Volto em breve, senhores! Até!

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