Literatura

[Resenha] A Maldição do Cavaleiro de Adriano Siqueira | @Estronho

E o meu susto quando descobri a verdade? Simplesmente genial! 

O personagem Cavaleiro Valente foi criado em março de 2001, era um dos cavaleiros que protegia nosso mundo dos poucos dragões e bruxas que restavam, nessa aventura acompanharemos a história de quando Valente matou o dragão Vladragun e, sem saber que não era para fazê-lo, recebeu uma maldição da bruxa Calépsia, ele deveria passar por diversos mundos e épocas, e em todos acabaria morrendo. Viveria eternamente assim! Mas sua amiga Jade sempre estaria por perto para ajudá-lo – ou não! Até uma facção foi criada para exterminá-lo através dos mundos e épocas.

O Cavaleiro sofrerá bastante!

Agora ele lutará muito para tentar voltar ao seu mundo e derrotar a mulher que o expulsou, mas no caminho enfrentará diversos obstáculos, será que ele conseguirá a vitória?

Acompanhe esta aventura!

 

Como não gostar de uma história que contenha os elementos mágicos da literatura? (Dragões, cavaleiros, bruxas, reis malvados e armas poderosas).

E eu achei que iria realmente gostar, afinal nada poderia destruir tudo o que eu conhecia sobre o mundo fantástico, maaaaaaaas…. (e coloque uma enfase aqui) Adriano Siqueira conseguiu, e conseguiu de uma forma tão boa que me impressionou. Sério. Que genial!

Okay, talvez não seja o melhor livro do mundo, e não é. Mas é audacioso e temos que combinar que ser audacioso hoje em dia com tantos clichês que vemos por ai é mais do que uma qualidade.

O livro é dinâmico, rápido e cheio de aventuras (okay, essa frase até parece uma chamada de livro de sessão da tarde, credo Anna, melhore isso!) mas o que realmente me deixou feliz em ler esse livro foi as soluções inventadas por Adriano para resolver a história.

Posso confessar que o livro não tem um final romântico, ou que vai deixar seu cérebro no teto, mas como disse é audacioso. Adriano brinca com o “até onde o escritor pode chegar” para nos entregar o final.

Ele faz uma salada de fruta de temas e ideias em A Maldição do cavaleiro que de fantasmas a vampiros vamos ao fundo do mar e entramos no sonhar. (Agora melhorei heim? Gostei da frase).

O livro é divertido, cheio de ação e com pegadas “sentimentais” principalmente de um tal quarto, com alguns dedos… que vocês NECESSITAM LER! Nesse ponto o autor entregou para mim o jeito que ele escreve, como ele consegue pegar o leitor de jeitinho, em seu ponto fraco e conquistar com um pequeno gesto.

Mas, okay, o livro é lindo, bom e tudo mais, MAS SEMPRE tem algo que a gente não gosta. E para mim foi o nome dos personagens, o autor brincou com os nomes e eu não entendi a razão. Chamar um dragão de Vladragun não me caiu bem. Ainda mais com vários personagens com nomes com V, como Valencius, Valente e aí por diante. Me pareceu um pouco falta de criatividade para criar nomes.
Mas isso é apenas a minha humilde opinião.

O “A Maldição do Cavaleiro” ganha xícaras de café pixeladas (talvez vocês entendam) e merece muito ser lido!

Ops… estava me esquecendo de algo muito importante. GENTE O QUE É A DIAGRAMAÇÃO E TODO O TRABALHO GRÁFICO DESSE LIVRO? (e nem estou puxando saco da editora) mas estou encantada com esse trabalho. Tem muitas editoras grandes por ai que lançam os livros de qualquer jeito, livros que dão “agonia” de ler. E quando você vê uma editora pequena que se dedica nessa parte e faz um trabalho tão bonito, a gente não precisa apenas mostrar, precisa elogiar!

PS: Sim, o livro é uma edição de bolso!

Gostou? Então aproveita, está por R$ 19,90 na livraria estronho! 

 

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7 Comments

  • Reply
    Monica Silva
    2 de fevereiro de 2013 at 02:51

    É um tema que eu gosto, mas não me interessou muito lendo a resenha. A diagramação realmente muito linda, Vai entrar na lista do ‘quem sabe um dia’.

  • Reply
    Ana Clara
    2 de fevereiro de 2013 at 12:57

    Realmente gostei, como fã de tudo ligado à fantasia (de RPG a filmes, oi ‘-‘). A história parece ser interessante, mesmo com esse pequeno fato dos nomes (algo que me irrita muito: nomes combinando ou que mais parecem trocadilhos). E o que é essa diagramação?? Amei, pelo pouquinho que pude ver. Entrou para a lista dos “desejados”, sem dúvida *-*

    http://eulivrotulivras.blogspot.com.br/

  • Reply
    Talita Silva
    2 de fevereiro de 2013 at 14:47

    Adoro estórias com elementos mágicos, são tão bons para a imaginação haha Está ai uma coisa que me chamou a atenção, audácia, como você disse é mais do que uma qualidade. Tenho problemas com nomes de personagens, eles são tão… tem que ser um nome que dê certinho com o personagem. Sei bem o que é agonia quando vou ler. E realmente a diagramação do livro é linda, eu adorei, linda, linda. Preciso descolar vinte mangos.

  • Reply
    Juliana Xavier
    2 de fevereiro de 2013 at 21:30

    Já é difícil ver lidos caprichados assim e, sendo edição de bolso, é mais impressionante ainda!!

    E Anna, só de você dizer que o livro é genial já me convenceu. Eu amo fantasia com todas as minhas forças, e fiquei curiosa pra saber como o autor te surpreendeu tanto!!! E também não gostei desses nomes todos com V… rs… me lembrou meus tios colocando os nomes dos meus quatro primos com M! hahaha…

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    Kelry Caroline
    3 de fevereiro de 2013 at 02:33

    A capa já chama bastante atenção e a resenha é bem interessante.

  • Reply
    Aymée Meira
    6 de fevereiro de 2013 at 22:47

    eu fiquei encantada pelo livro pela diagramação. na realidade não é um livro com uma temática que me agrada, porém é tão bem feitinho… não tem como reclamar. *-*
    beijos Anninha o/

  • Reply
    Ester Ribeiro
    12 de fevereiro de 2013 at 00:34

    “O livro é dinâmico, rápido e cheio de aventuras” – eu li isso ouvindo a voz do cara da sessão da tarde! haha… eu sempre gosto de livros com essa temática e acho importante apoiar brasileiros que se dipõem a escrever assim. Não será um dos meus primeiros da lista, mas parece bom e pretendo ler.

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