Literatura

[Resenha] As Violetas de Março de Sarah Jio | @Novo_Conceito

Edição: 1
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581632223
Ano: 2013
Páginas: 304
Tradutor: Ronaldo Luis da Silva

Saraiva R$29,90 | Submarino R$29,90

Sinopse: Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.
Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.
Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.
Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.

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Vou começar essa resenha com uma declaração pessoal. Não estava animada para ler esse livro. Talvez a sinopse tenha me dado uma conotação errada da história, ou o título, ou a capa, não sei. Simplesmente não foi com muita “sede ao pote”. Porém, o livro me surpreendeu. Do jeito que eu sempre espero que um livro me surpreenda.

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Emily era uma autora de um livro que fez muito sucesso. Recebeu muitas ofertas para continuar a história, mas o bloqueio criativo dela insistia em aparecer o tempo todo. Além disso, seu casamento de seis anos chegou ao fim, quando seu marido a trocou por outra mulher.

Cansada disso, e precisando esfriar a cabeça, Emily parte para Bainbridge Island, uma ilha onde sua tia Bee vive, e onde passou muitos verões na infância e adolescência. No quarto onde ela iria dormir, Emily encontra um diário, que contém a triste história de uma mulher que amava e foi traída.

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E como me disseram uma vez: “Quando você desistiu de procurar o amor, ele te encontra”. Lá na ilha, Emily reencontra ex-namorado Greg. Ele é um homem gentil e educado, fazendo com que ela se sinta a vontade ao seu lado. Além dele, ela conhece Jack, que, com o passar dos dias, despertando sentimentos em seu coração, que ela não conseguia controlar. Inclusive, notava grande semelhança com o casal do diário.

A narrativa se divide entre Emily e Esther, que é a personagem do diário.

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É quase impossível largar esse livro, pois a leitura é envolvente, leve, rápida e dinâmica, que faz com que você não veja o tempo passar, e o livro acabe muito rápido.

Os mistérios do livro se encaixam perfeitamente, e são revelados aos poucos. Apesar desses romances “água com açúcar” não serem a leitura de minha preferência, a leitura se divide entre a história de amor e o suspense e as dúvidas de Emily com o misterioso diário.

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Quanto a diagramação, não tem como estar mais linda. O rodapé das páginas está cheia de flores, o que deixa o ar da narrativa mais delicado.

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