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[Games] Um pouco sobre E3 – O dia em que a Nintendo dominou
[Games] Um pouco sobre E3 – O dia em que a Nintendo dominou

É o quarto ou quinto ano que acompanho a E3 por um Stream. Alguns momentos memoráveis, como quando foi a apresentação da Sony nocauteando a da Microsoft com a história do “como se desfazer dos seus games” no ano passado ou quando a apresentação da Ubisoft foi uma das melhores no ano retrasado. Também passei por sufocos, como a conferência de 3 horas da Sony do ano retrasado que foi um tédio só. Isto é, já estava um porre e eles estavam mostrando o Wonderbook pela primeira vez havia uns dez minutos. Minha internet caiu e só voltou meia hora depois. Deparo-me ainda com o diacho do Wonderbook. O resultado desse periférico tosco foi um dos flops da década.

Para este ano em específico, eu não havia criado nenhuma expectativa para a E3. Talvez um dos anos cujo clima pré-E3 foi um dos mais monótonos possíveis, tanto que só fui me lembrar dela uns dois dias antes.

Enfim. Segunda-feira, dia 10, foi o primeiro dia. Estava preocupado de não conseguir pegar alguma coisa útil das conferências por estar no meio do serviço, mas consegui abrir uma aba marota e assisti à primeira conferência, Microsoft.

Olha, fazia tempo que não presenciava uma conferência tão ruim. No mesmo nível da Microsoft do ano passado. Até achei engraçado a própria postura da empresa, tentando corrigir a do ano passado – que foi focada em... Televisão – com “Vocês querem games? Então toma esses games de uma vez”. Mas sério. Foi errado começarem com um DLC de Call of Duty: Advanced Warfare. Um DLC de um jogo que ainda nem foi lançado. Sinto falta de um tempo longínquo em que jogos futurísticos tinham armas futurísticas doidas e que quebram as leis da física.

Eles então dão continuidade com Forza Horizon 2... O que também foi um porre, uma vez que é um jogo de corrida em 30fps, o que não passa de jeito nenhum alguma sensação de velocidade. E sempre seguindo a norma de um “novo conceito de gameplay”, que, de novo, nunca tem porra nenhuma. Em seguida, um tal de Evolve, mas é genérico ao nível Halo.

Logo depois veio Assassin’s Creed Unity. Até admito que eu seja uma putinha para Assassin’s Creed. (Em ordem de preferência Brotherhood>IV>II>III>I=Revelations). O problema é que todo santo gameplay de Assassin’s Creed é igual. Eu até me empolgo, mas falando sério, não deveria.

Aí vem Dragon Age: Inquisition. Sério, deveriam levar para a Inquisição a própria EA por insistir nessa franquia de merda. O primeiro jogo até tinha potencial, mas o segundo foi a maior enganação da história. Copy/Paste tremendo. Além disso, é um jogo feio. Uns modelos de monstros que pareciam ter sido ripados de algum jogo de PS2. Um horror.

Sunset Overdrive é o único jogo que realmente me interessou. Parece até um Scout: The Game (em referência à classe de Team Fortress 2). O problema vem quando você descobre que era um jogo totalmente diferente e foi a EA que definiu os moldes daquilo. E que a EA consegue estragar absolutamente tudo que toca. É tipo um Rei Midas inverso. Tudo que toca, vira bosta.

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