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junho 11, 2014

[Resenha] A Biblioteca Perdida de A. M. Dean | @editoraprumo
[Resenha] A Biblioteca Perdida de A. M. Dean | @editoraprumo

Sinopse: Emily Wess está prestes a ver sua vida mudar drasticamente. Numa hora, ela é uma pacata professora de história, sonhando com grandes descobertas e uma vida de aventuras ao melhor estilo Indiana Jones, seu herói da infância. Na outra, está embarcando em uma viagem ao redor do mundo, atrás de pistas deixadas por seu mentor, Arno Holmstrand. Pistas estas que a levarão a uma descoberta que não se igualava a nenhuma outra que ela pudesse imaginar: a localização da biblioteca perdida de Alexandria. Durante sete séculos, ela abrigou o maior patrimônio cultural e científico de toda a Antiguidade. O mundo julgava esse tesouro perdido, mas as evidências levam Emily a questionar a história. Agora, ela inicia uma corrida contra o tempo para impedir que o paradeiro da Biblioteca caia nas mãos erradas. À primeira vista, o livro pode parecer um thriller de conspiração aos moldes de O código Da Vinci, mas ele é mais do isso. Ele evoca a emoção de ler os clássicos da literatura de aventura como as histórias escritas por Enid Blyton e Robert Louis Stevenson. Conduz o leitor pelo exótico e romântico Oriente dos heróis intrépidos de Agatha Christie. E o autor, A. M. Dean, ele próprio um historiador, inspirado pelo fascínio que as conspirações exercem na humanidade, levanta a possibilidade de que a famosa Biblioteca de Alexandria tenha de fato sobrevivido. As pistas para desvendar esse mistério estão todas neste livro. Alguém morreu... Sim... É assim que a história começa. Imagine você, caro leitor, sendo afetado por uma notícia dessa? Quem, em sã consciência, começa um relato avisando sobre a morte de outra pessoa? O que você acha sobre isso? Interessante, fúnebre, um belo de um mau gosto ou, simplesmente, uma forma de começar?

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[Games] Um pouco sobre E3 – O dia em que a Nintendo dominou
[Games] Um pouco sobre E3 – O dia em que a Nintendo dominou

É o quarto ou quinto ano que acompanho a E3 por um Stream. Alguns momentos memoráveis, como quando foi a apresentação da Sony nocauteando a da Microsoft com a história do “como se desfazer dos seus games” no ano passado ou quando a apresentação da Ubisoft foi uma das melhores no ano retrasado. Também passei por sufocos, como a conferência de 3 horas da Sony do ano retrasado que foi um tédio só. Isto é, já estava um porre e eles estavam mostrando o Wonderbook pela primeira vez havia uns dez minutos. Minha internet caiu e só voltou meia hora depois. Deparo-me ainda com o diacho do Wonderbook. O resultado desse periférico tosco foi um dos flops da década.

Para este ano em específico, eu não havia criado nenhuma expectativa para a E3. Talvez um dos anos cujo clima pré-E3 foi um dos mais monótonos possíveis, tanto que só fui me lembrar dela uns dois dias antes.

Enfim. Segunda-feira, dia 10, foi o primeiro dia. Estava preocupado de não conseguir pegar alguma coisa útil das conferências por estar no meio do serviço, mas consegui abrir uma aba marota e assisti à primeira conferência, Microsoft.

Olha, fazia tempo que não presenciava uma conferência tão ruim. No mesmo nível da Microsoft do ano passado. Até achei engraçado a própria postura da empresa, tentando corrigir a do ano passado – que foi focada em... Televisão – com “Vocês querem games? Então toma esses games de uma vez”. Mas sério. Foi errado começarem com um DLC de Call of Duty: Advanced Warfare. Um DLC de um jogo que ainda nem foi lançado. Sinto falta de um tempo longínquo em que jogos futurísticos tinham armas futurísticas doidas e que quebram as leis da física.

Eles então dão continuidade com Forza Horizon 2... O que também foi um porre, uma vez que é um jogo de corrida em 30fps, o que não passa de jeito nenhum alguma sensação de velocidade. E sempre seguindo a norma de um “novo conceito de gameplay”, que, de novo, nunca tem porra nenhuma. Em seguida, um tal de Evolve, mas é genérico ao nível Halo.

Logo depois veio Assassin’s Creed Unity. Até admito que eu seja uma putinha para Assassin’s Creed. (Em ordem de preferência Brotherhood>IV>II>III>I=Revelations). O problema é que todo santo gameplay de Assassin’s Creed é igual. Eu até me empolgo, mas falando sério, não deveria.

Aí vem Dragon Age: Inquisition. Sério, deveriam levar para a Inquisição a própria EA por insistir nessa franquia de merda. O primeiro jogo até tinha potencial, mas o segundo foi a maior enganação da história. Copy/Paste tremendo. Além disso, é um jogo feio. Uns modelos de monstros que pareciam ter sido ripados de algum jogo de PS2. Um horror.

Sunset Overdrive é o único jogo que realmente me interessou. Parece até um Scout: The Game (em referência à classe de Team Fortress 2). O problema vem quando você descobre que era um jogo totalmente diferente e foi a EA que definiu os moldes daquilo. E que a EA consegue estragar absolutamente tudo que toca. É tipo um Rei Midas inverso. Tudo que toca, vira bosta.

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