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Jhonatan Gomes

God of War e a importância da Comunicação
God of War e a importância da Comunicação

Para continuar o Janeiro Branco, hoje usarei a temática de God of War para falar sobre comunicação. Aviso, desde já, que haverá alguns spoilers de toda narrativa dos games. Você foi avisada(o). ...A mitologia grega sempre foi uma área que me agradou. Tenho memórias gostosas de assistir Xena, Hércules e Cavaleiros do Zodíaco quando criança, dentre outras obras que usam essa mitologia como inspiração ou plano de fundo. Quando foi lançado, God of War se tornou rapidamente uma das joias da minha biblioteca de jogos, facilmente uma franquia que me faria comprar um console novo só para poder jogar o último capítulo da saga do Fantasma de Esparta....

Darksiders e mudança
Darksiders e mudança

Janeiro Branco é uma campanha que visa a conscientização sobre saúde mental. O assunto é altamente importante nos dias de hoje e, para contribuir com esta causa, farei quatro textos menores para serem postados ao longo do mês, observando temas em jogos que trazem à tona dicas e reflexões sobre a nossa própria saúde mental. Convido todos a lerem com atenção e levarem essas reflexões para suas vidas. Claro, é importante lembrar que os textos terão leves spoilers das histórias. ... ...

E3 2014 só que não!
E3 2014 só que não!

Talvez você tenha notado, talvez não, mas estive ausente do Pausa para um Café nos últimos meses. A universidade tem me tomado muito tempo, mas minha querida, amada, mãe dos dragões, rainha vermelha, chefa, ou popularmente conhecida como Anna Carolina Schermak, tem se mostrado bem compreensível quanto à isso, podem ama-la mais.

Resolvi voltar a escrever, com este texto leve, por causa da recente alimentadora de hypes, a E3. Pessoalmente, tenho um histórico meio complicado com a Eletronic Entertainment Expo. Fico bem excitado com as semanas que antecedem o evento, mas quando estou acompanhando (seja com tempo para assistir as conferências, acompanhar os amigos e sites especializados no twitter ou guardando todos os vídeos para ver depois no youtube) começo a automaticamente baixar minhas expectativas por causa de várias coisas que percebo de errado na indústria, mas vamos tocar nisso em futuros artigos.

Hoje, eu só gostaria de falar brevemente sobre as coisas que me chamaram atenção nessa semana mágica para os jogadores de todo o mundo. Vou separar os assuntos por tópicos, pois acho mais organizado, me julguem.

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Análise – South Park The Stick of Truth
Análise – South Park The Stick of Truth

Nos anos 90, South Park, pra mim, fazia parte das series sem continuidade, como Chaves e Friends. Eram séries de TV que eu achava que não tinha uma história central e que você não precisava assistir episódios anteriores pra entender os demais. Com o advento da internet e das várias formas de assistir séries, consegui finalmente assistir todos (ou quase todos, no caso de Chaves) episódios desses shows e South Park se destacou por ter um humor negro agressivo, porém, por baixo dele, uma crítica perfeita aos nossos meios de vida, sociedade, economia, preconceitos, etc.

South Park já é um show renomado, presente não apenas na TV, mas em outros meios de entretenimento e, em 2014, os videogames ganharam o toque único do desenho animado e isso foi a melhor coisa que poderia ter acontecido com a indústria.

 

The Stick of Truth é um RPG baseado em turnos e de mundo aberto. Você é o novo garoto que acabou de se mudar para South Park e poderá explorar toda a pequena cidade atrás de segredos, menções aos episódios de TV e viver uma aventura que é a mais perfeita interpretação da série: hilariamente sem sentido.

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Resident Evil 2 e a lenda do remake perfeito
Resident Evil 2 e a lenda do remake perfeito

Um desses dias fatídicos eu li no site VG24/7 um artigo sobre se a Square Enix deveria mesmo fazer um remake de Final Fantasy VII, isso devido a fortes rumores de que eles estavam trabalhando nisso. Nós já falamos sobre remakes aqui no Pausa, mas aproveitei essa ideia para voltar ao tópico e falar sobre um game específico, que esta no fundo do meu coração: Resident Evil 2. Desde o lançamento de Resident Evil Remake pra Gamecube, fãs de todo mundo (pode me incluir nessa) estão clamando para que a Capcom dê esse tipo de tratamento para o segundo episódio na sua clássica franquia de bioterrorismo. Colocando as adorações pelo jogo de lado, seria sábio refazer Resident Evil 2?

Acredito que a grande maioria de vocês conhece a situação atual da Capcom. Apelidada carinhosamente de CRAPcom, a empresa nipônica tem decepcionado fortemente seus consumidores, colocando excessivas DLC’s em seus jogos, algumas das quais já vinham em discos e você deveria pagar para liberá-las, ignorando boas franquias como Megaman e arruinando as franquias que estão vivas, como é o caso do próprio Resident Evil, com os medíocres Operation Raccoon City e o sexto episódio do cânone oficial.

Como uma empresa dessas pode refazer um clássico tão maior que ela mesma? No artigo sobre Final Fantasy, o escritor aponta o fator egoísmo como uma das razões de ele não querer ver este remake acontecer, é um bom ponto a se pensar. Tenho boas memórias de Resident Evil 2, as melhores da época do PS1. Não tenho noção de quantas vezes terminei esse jogo e, até hoje, ainda tomo sustos em alguns momentos. Foi nesse título que Shinji Mikami introduziu dois dos melhores personagens da franquia, um enredo realmente intrigante, uma aventura que não era nem exageradamente grande e nem ridiculamente pequena, a mistura perfeita de ação e terror.

Tendo em vista como Resident Evil 2 engrandeceu o gênero survival horror, o medo de que a Capcom suje o nome de um dos meus jogos mais queridos desde sempre é um fator que pesa para que eu não queira ver esse remake acontecer. É uma certeza grande de que a Capcom não saberia lidar com essa pressão de proporções universais, seria como a Konami querer um remake de Silent Hill 2. MAS, e coloque um grande mas nisso, um remake descente seria possível, em teoria.

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