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Videogames

Fazer um texto sobre videogames sempre é um prazer para quem gosta desse tipo de diversão eletrônica. Mas eu não vou escrever das origens do videogame, nem de sua evolução ao longo do tempo, tampouco da revolução cultural que eles mesmos criaram nos dias de hoje. Para tudo isso existe uma gama enorme de revistas especializadas, como a EGM (hoje EGW), XBOX360 e tantas outras, com profissionais do controle a analisar todos os aspectos da indústria dos games. Eu vou escrever sobre outra coisa, talvez a coisa mais importante nos games: A diversão.

A principal finalidade de um videogame é entreter, divertir as pessoas. Jogar videogame é uma forma de diversão. Hoje em dia até saudável, com o Wii Fit e seus sensores de movimento. Os jogos estão cada vez mais envolventes, com historias solidas e personagens carismáticos, que se traduzem em imagens de alta definição e atraem o jogador, seja pelo desafio, seja pela historia, a se aventurar em lugares inimagináveis.

Para evitar cair na armadilha que jogo bom é jogo com gráficos hiperrealistas, vale citar os jogos do velho Atari. Enduro, River Raid e Hero eram tão divertidos que até hoje pessoas lembram e jogam tais jogos, independente do gráfico. O fator diversão era outro, como o desafio de correr mais de 5 dias no Enduro ou bater o recorde (seu ou de um amigo) no River Raid.

Agora pense em God of War I e II do Playstation 2. A história é espetacular, o personagem principal, Kratos, é um verdadeiro badass que sai arrebentando tudo e todos com suas laminas e correntes em paisagens lindas como a cidade de Atenas ou estranhas como as costas do Titã Cronos. Ambos os jogos possuem ritmo e velocidade, dando ao jogador desafios e recompensas (estas podem vir como poderes ou como mais informações sobre a historia) ao longo da jogatina. O fator diversão aqui é, por razões obvias, diferente do de Hero do Atari, mas cumpre o mesmo objetivo: Fazer as pessoas jogarem o jogo, se envolverem com ele, pensarem sobre ele, escrever sobre ele e claro, jogá-lo novamente.

 

A diversão ocorre na imersão do jogador na historia ou no personagem do jogo. Esta imersão só é possível quando você se identifica com algum aspecto do jogo, pois são as suas ações que dão vida ao jogo. Não importa se o personagem tem um nome, um passado ou um poder, a decisão de usar determinada arma para matar um chefão, escolher um item de cura e o que fazer com certo poder cabe somente a você. O maior exemplo disso é Fable 2 do Xbox 360, um jogo que a imersão é tamanha que você pode escolher até sua preferência sexual. Muitos jogos possuem até finais diferentes, incluindo Fable 2, cada um determinado pelas escolhas do jogador ao longo do jogo.

Ao tomar o seu lugar dentro de um jogo, o jogador passa por experiências como superação (aquele chefe dificílimo), arrependimento (um item que não foi pego), frustração (aquela fase maldita que não acaba nunca), ansiedade (e agora, o que vai acontecer?) e claro, diversão (passar por todas as anteriores e ser recompensado com um belíssimo final).

Enfim, os videogames estão aí para divertir, seja jogando uma partida de Mario Kart no Wii, virando o controle como um louco, seja assistindo as belas cenas de Metal Gear Solid 4, com aquele aperto no coração. O objetivo final é o mesmo: DIVERSÃO.

Então, divirta-se com eles.

@G_Norris

6 Comments

  • Eduardo
    27 de outubro de 2012 at 20:24

    Gosto muito de Hero, Pitfall, Pressure Cooker, Keystone Kappers, Frostbite, e para o MSX havia uns jogos muito legais (Star Quake, The Castle, Death Wish III), e uns antigos do PC também. É como os joguinhos para celular, podem ser simples, mas divertem.

    De fato a diversão é o ponto principal. Mas há muitas coisas boas que vem junto com essa diversão. Aprende-se a encarar desafios, a bolar estratégias para vencer o inimigo, a executar tarefas com rapidez e precisão. Ou seja, são desenvolvidas várias habilidades, e isso por prazer, e não por obrigação.

    A única coisa que eu acho que os videogames não são tão fortes é em estimular a imaginação. Porém, como já se viu no outro post, livros e histórias em quadrinhos podem ser escritos sobre games. E aí temos também a imaginação!

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  • Thais de Moraes
    31 de outubro de 2012 at 16:47

    Eu tenho meu bom e velho amigo Playstation 2 aqui em casa, que só sai do armário nas férias da faculdade (senão ele me tenta… hehehe). Apesar de não ser a melhor jogadora do mundo e nem ter a coordenação motora ideal para jogar bem, eu consigo me divertir e distrair durante horas com apenas um jogo.

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  • Kimy Gabrielli
    31 de outubro de 2012 at 21:17

    rsrs Verdade. Ninguém nunca queira me ver na frente de um vídeo-game rsrs Eu viro louca, tenho cada piti kkkk’

    Ok, eu jogando Guitar Hero é normal, menos pelo fato de mua aqui sair cantando a música junto com o jogo ^^’ Ah… Mortal Kombat e Street Fighter… Se for meu inimigo, prepare-se para morrer moralmente ‘XD

    Enfim… é pura diversão, só conversar sobre jogo é pura diversão.

    Beijinhos,
    Kimy Gabrielli.
    http://blogkimygabrielli.blogspot.com

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  • Fernanda Yano
    1 de novembro de 2012 at 12:22

    Verdade o ponto principal é a diversão. E como disse o Eduardo até os de celular dá pra se divertir bastante ainda mais qdo vc está em algum lugar que não dá pra ser outro.

    Eu tenho meu velho PS2, e nunca vou esquecer meu mais velhinho ainda Atari.

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  • Vanilda Procopio
    3 de novembro de 2012 at 14:23

    Acho que a ideia é essa mesma: divertir! Eu nunca fui muito boa em videogames, mas minha filha que tem quatro anos já curte um joguinho. E hoje são tantas opções que fica até difícil dar conta de todas.

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  • Juliana Xavier
    6 de novembro de 2012 at 19:25

    Eu sempre fui péssima em videogames, e não me interessava por muita coisa… rs… O que eu gostava mesmo era Mario, e minha irmã que era a jogadora boa, então ela passava todas as fases pra eu só precisar imitar depois! hahaha… sou daquelas que pulava da cadeira a cada pulo do bonequinho, rs, por isso queria muito experimentar Wii, mas ainda não deu. Apesar de ser péssima eu me divertia jogando! =)

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