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Literatura Nacional

[Games] Bioshock Infinite por Gustavo Norris

Infinito

“Ten thousand feet”

“Fifteen thousand feet”

“Halleluiah”

É assim que você entra em Columbia. Ao descer do estranho foguete, seus ouvidos são anestesiados por uma linda música (ouça aqui) e é neste momento (o momento único) que você entra no mundo de Bioshock Infinite.

Como já sabem, não vou fazer review do jogo (abra aqui) ou falar das incríveis refêrencias que o jogo tem (siga ), a internet já tem muito disso. Mas o que me chamou a atenção foi que a história – talvez uma das mais criativas que joguei – perca espaço para analise de gráficos, jogabilidade, armas e poderes. Muitos reviews só falam de como matar tal inimigo ou como conseguir tal arma e esquecem de incluir a história, os personagens e suas interações.

Bioshock Infinite é uma obra que traz uma relação entre seus personagens principais que simplesmente te absorve e te joga em um mundo de pensamentos quanticos e meta físicos, onde tudo parece ser e ao mesmo tempo não é o que deveria ser.

Por uma questão de perspectiva, é possível ver como decisões suas influenciaram tanto no mundo e o mais engraçado é que nem sempre (nunca) você se sente realmente responsável pelo que está acontecendo. Não há um momento decisivo marcante na sua jornada, como em muitos RPGs, onde você escolhe A para o final bom e B para o ruim. Bioshock Infinite é mais fluído. Suas escolhas acontecem sem você apertar um botão e você nem lembra direito o que decidiu, mas decidido está e sendo jogado na sua cara (coroa) a todo instante.

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Da mesma forma, BI também toca em assuntos como desenvolvimento industrial, comportamento social e religião. Esta última é tão permeada na história que quase passa despercebida, embora tenha alusões de fácil reconhecimento e seja um fator talvez decisivo para a criação de Columbia e de seus cidadãos.

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A música que falei no começo deste post, aliada a forma que você chegou lá, conota uma paz de espírito marcante que nunca mais retorna no jogo. Exceto, talvez, no final. Porque no final, todos são e não são pacíficos.

PS: Este post é exatamente como Bioshock Infinite. Se você chegou aqui se tendo mais perguntas que respostas… Bingo!

1 Comment

  • Cecilia
    23 de abril de 2014 at 14:37

    Ciao Anna! Grazie mille per farti sempre sentire! Purtroppo non posso dire nulla riguardo il tuo post perchè non ho mai studiato lo spagnolo :S ma ammiro la dedizione che hai a questo blog e sono sicura che scrivi degli articoli interessantissimi! (che, ripeto, vorrei essere in grado di leggere)
    Sappi che comunque passo sempre a trovarti qua e quando vuoi parlare un po’ sai dove trovarmi 🙂
    Mi fa piacere che le mie foto ti facciano venire voglia di visitare l’Italia! Quando ne avrai l’occasione fammelo sapere che con piacere ti consiglierò dei bei posti! Potresti anche venire a trovarmi 😉
    Un bacio,
    Cecilia

    (io ti parlo liberamente in italiano, se non capisci qualcosa non esitare a chiedere)

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    SMILE’S AVENUE

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