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[Games] Chrono Trigger!

Informação importante: Esse post é uma pitadinha do que está por vir! O diretor e a chefe pediram ao novo colunista um post modelo para a avaliação não só deles, mas de vocês também.
Então aproveite, essa será sua unica oportunidade. O que acharam? O J…. falará sobre Games e nerdices aqui no Pausa Para um Café.  

Att. Sra. Expresso (Enquanto o Ph e a Anna saem no final de semana eu sou escravizada trabalho)

 

Bom, para começar, nada melhor do que falar sobre um dos melhores (talvez o mais inovador para sua época de lançamento) RPG’s para consoles. Então assopre sua fita, pois vamos voltar para 1995, o auge do saudoso Super Nintendo.

No pequeno mundo dos gamers, havia um forte boato de um “time dos sonhos” estar trabalhando em um novo projeto para a famosa produtora de RPG’s Square, a mesma produtora de Final Fantasy e Dragon Quest. Este time dos sonhos era formado nada mais nada menos por Hironobu Sakaguchi (produtor da série Final Fantasy), Yuji Horii (diretor da série de jogos Dragon Quest), Akira Toriyama (sim, ele, o criador Dragon Ball), o produtor Kazuhiko Aoki(que também já havia trabalhado como parte da equipe de Final Fantasy) e Nobuo Uematsu (músico de Final Fantasy). Em 11 de março de 1995 é lançado no Japão (e 22 de agosto de 1995 nos demais países) o tão esperado jogo do “Dream Team”, Chrono Trigger.

 

 

A cativante trama de Chrono Trigger é baseada basicamente em cima de viagem no tempo(tema sempre bem vindo) e salvar o mundo(dã). Você começa jogando inicialmente com um garoto aprendiz de espadachim chamado Crono (ou outro nome de sua escolha) no dia da Millennial Fair (Feira Milenar), onde toda a aventura começa. No desenrolar do jogo, você vai conhecendo novos personagens(muito bem desenvolvidos, aliás) jogáveis e não jogáveis em diversas épocas, sendo sete o total de personagens jogáveis.

Chrono Trigger foi desenvolvido para ser um jogo revolucionário, com um sistema de batalha amplo e uma história dramática (como todo RPG). A navegação é com uma câmera de vista aérea para o mapa, os quais continham diversos cenários com características realísticas (ok, ok, não são tão realistas assim, mas para a época era algo admirável). Uma das novidades no sistema de batalhas é que você pode combinar ataques de personagens de seu grupo, com ataques duplos e triplos, além de poder desviar dos inimigos (não mais randômicos como nos outros RPG’s), algo que até então não havia sido explorado em um RPG de grande porte. Se ter finais múltiplos é para você coisa de jogos mais recentes (recentes do tipo da época do Playstation 1) então está enganado, pois Chrono Trigger possui ao total 13 finais, que variam de acordo com suas decisões durante o jogo, e olha, são decisões que você nem imagina que irá influenciar no final. Outro grande destaque é a trilha sonora do jogo, que ,mesmo sendo em 16 bits, é provida de músicas das quais até hoje há orquestras e músicos gamers de plantão que fazem suas versões com diversos instrumentos.

 

Chrono Trigger conta com duas sequencias, Radical Dreamers(SNES) e Chrono Cross(PS1), o enredo de ambas ocorrem em dimensões paralelas à de Chrono Trigger.

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