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Literatura / Literatura Nacional

No jogo da literatura, Ique Carvalho conquista o leitor com um livro verdadeiro

Chegou aqui como quem não quer nada, de surpresa. Trazendo mais amor pra minha caixa de correio e me surpreendendo no meio da semana. Como estava chovendo e a família estava reunida na sala, peguei o livro e comecei a ler em voz alta. Não imaginava que quando terminasse a primeira crônica, todos estivessem prestando atenção para depois cair nas lágrimas em algumas crônicas depois. Obrigada Ique, por ter escrito suas histórias em um livro tão bonito para nós.

Viver a plenitude do amor é o desejo senão de todas, ao menos da maioria das pessoas. Amar e ser amado incondicionalmente, contar com o apoio de alguém para as horas difíceis e para os momentos alegres, e saber que independentemente do que fazemos, alguém estará ao nosso lado simplesmente pelo que somos é o ideal de vida de muitos. Viver esse amor na prática, no entanto, nem sempre é fácil. E é exatamente sobre felicidade, vida e amor que Ique Carvalho fala neste livro. O autor, que começou escrevendo em seu blog e já tocou o coração de milhares de pessoas que se envolveram e se emocionaram com suas palavras, descreve com perfeição o amor que muitos procuram e poucos realmente encontram. E ele fala do amor em todas as suas expressões: desde o romântico entre duas pessoas até o mais puro e verdadeiro dos laços familiares, que ele tem com seu pai e mentor. Como as relações humanas são frágeis e complicadas, os relacionamentos tornam-se difíceis, o que nos faz buscar a felicidade nos lugares ou nas pessoas erradas. Mas o autor nos faz enxergar a vida de forma diferente. Faça amor, não faça jogo é um lembrete de que, no jogo do amor, não é necessário haver ganhadores ou perdedores. Basta olhar e aceitar novos paradigmas e acreditar no que diz seu coração. E vivenciar isso de verdade.

Crônicas são a forma mais bonita de narrar a vida.

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Eu sou uma viciada em crônicas, em histórias da vida real e principalmente em histórias de Amor. Provavelmente esta resenha vai acabar com toda e qualquer imagem de alguém sem coração que eu possa ter. Então já vai se preparando.

Eu sou uma apaixonada sem jeito. Eu amo histórias de amor, amo ouvi-las, amo contá-las. Sou daquelas que se emociona quando vê um casal de velhinhos caminhando de mãos dadas na rua e quando viaja sozinha, torce para que uma senhorinha com uma linda história de amor e que goste de conversar sente ao seu lado. Uma vez, viajando de SC para PR, voltando de férias. Uma senhorinha sentou do meu lado e foram quatro horas de histórias e conversas. No final ela até perguntou se eu não queria casar com o filho dela. Sorri e disse que só se ela me contasse outras histórias como a dela para a vida toda.

Eu acredito que livros e histórias de amor fazem a vida valer a pena. Talvez seja por ter convivido com uma das histórias de amor mais bonitas que eu já conheci. Meu pai e minha mãe são com certeza o casal exemplo para mim.  O amor que os dois sentiam (meu pai já é falecido) refletem até hoje nas decisões e na minha vida.

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Mas voltando ao livro, não quero ficar aqui divagando demais. “Faça amor, não faça jogo” é um livro com “conselhos” sentimentais descritos em histórias reais, com exemplos lindos que o Ique resolveu compartilhar com nós mortais para tentar fazer a vida valer um pouco mais do que a gente faz ela valer.

Com histórias da sua vida ou respondendo as perguntas de seus leitores, ele criou um livro que é muito mais bonito do que várias histórias de ficção que eu já vi. E também, me fez desejar um abraço apertando quando li uma das histórias e caí em lágrias cheias de sentimento.

“Faça  amor, não faça jogo” é um livro verdadeiro. Um livro cheio de sentimento. Desses que faz a gente sentir que o coração já existe dentro da gente, só basta encontrar a pessoa certa e que sim, ela pode existir.

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Ique, do fundo do meu coração obrigada. Com certeza, depois desse livro, um dos meus maiores problemas na vida (dizer para as pessoas que eu amo), não foi resolvido, mas melhorou. Um dia ainda quero te dar um abraço, e dizer que seu sentimento toca, e que se meu pai (que também era mineiro) estivesse vivo, eu daria o seu livro de presente para ele, com certeza ele se emocionaria e me contaria novamente a história de quando conheceu a minha mãe.

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SBN: 9788582352076 | Ano: 2014 | Páginas: 224 | Editora: Gutenberg

Ique Carvalho nasceu em 1980 em Belo Horizonte (MG). Caçula de três irmãos, sempre foi fascinado por pessoas e suas complexas relações, o que o levou a cursar Psicologia na Universidade Fumec (MG). Após três anos de incertezas, decidiu abandonar o curso depois que uma professora leu um texto seu e disse emocionada: “Você não é psicólogo. É escritor”. Formou-se então em Publicidade e Propaganda na mesma universidade, e trabalhou em algumas agências, até abrir a sua própria, em 2009, onde é diretor de arte. A paixão por escrever o levou a criar um blog em 2010. Em junho de 2013, dois fatos mudaram totalmente os rumos de sua vida e de seu blog: na mesma semana viveu o fim traumático de um relacionamento, seu pai recebeu o diagnóstico de uma doença degenerativa grave e irreversível. Começou a partir daí a contar no blog histórias tocantes sobre a vida, o amor, e sobre seu pai, com as quais milhares de pessoas se identificaram, e em pouco tempo o blog se popularizou, atingindo milhões de visualizações, assim como sua página no Facebook, que já tem mais de 110 mil fãs. Este livro marca sua estreia como autor

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About Author

Criadora do @pausaparaumcafe, social media, formada em marketing, rata de biblioteca, intolerante à lactose e a pessoas de mau humor.

3 Comments

  • Nine Stecanella
    29 de novembro de 2014 at 22:46

    Oi Anna!
    Sabe que quando o livro começou a aparecer com tudo na internet eu não conhecia e não tinha ideia que era baseado em um blog (pelo menos não lembro de ter visitado). Mas sua resenha foi tão sincera que bateu aquela vontade de ler sobre o amor. Eu não sou muito próxima do amor romântico, mas ele sempre é inspirador.

    Beijos!!!
    (:

    Reply
    • Anna Schermak
      1 de dezembro de 2014 at 13:50

      Irmã, tem umas crônicas muito emocionantes, acho que você vai gostar 😉

      Reply
  • Ana
    1 de dezembro de 2014 at 20:04

    Fiquei com vontade de ler agora!

    Reply

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