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HQ / Literatura

[Resenha] O Jogo do Rei #01 de Kanazawa Nobuaki | @EditoraJBC

Jogo do Rei
de Kanazawa Nobuaki e Renda Hitori
Nº Total de Edições: 05
Coleção completa
Formato: 13,5 x 20,5 cm
Páginas: cerca de 180
Preço: R$ 11,90
Classificação etária: 16 anos

Sinopse:  Similar ao nosso “Mestre Mandou”, o Jogo do Rei (tradução literal de “Ousama Game”) consiste em seguir as ordens de um participante previamente escolhido, ou sorteado, como “Rei”. As ordens, na teoria, podem ser qualquer coisa, mas geralmente são ações simples, com um possível tom cômico.
Tudo muda quando o “Rei” desta partida começa a exigir ações bastante exageradas e prometer punições severas aos que se negarem a cumpri-las. Todo contato entre Rei e os participantes se desenvolve via mensagens de texto no celular, o que mantém o anonimato daquele por trás desse jogo cruel e proporciona um clima de tensão e mistério.

Fotos internas:

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Minha Opinião: 

“Do Mal” – Lucas Schermak, também conhecido como “Angus – O irmão mais novo da Anna”, sobre O Jogo do Rei.

Eu li O Jogo do Rei não esperando muita coisa. E me surpreendi com as doses de drama e a forma Kanazawa Nobuaki e Renda Hitori conduziram o leitor a aceitar que tudo como se o próximo a ter que participar do Jogo do Rei somos nós leitores.

Com um começo normal, o nervosismo e a tensão cresce cada vez a cada página, onde os personagens são obrigados a cometer atos extremos para sobreviver ou não. E isso torna a cada página a história mais eletrizante e curiosa, pois você realmente NÃO PODE se apegar a NENHUM personagem, Kanazawa Nobuaki e Renda Hitori não tem nenhuma dó de matar personagens e mostrar isso para você. A sua sorte é que o mangá é em preto e branco, assim não podemos ver o vermelho vivo em suas páginas.

Ainda é cedo para dar uma nota muito alta ao mangá ou dizer que ele é muito bom, estamos no primeiro voluma e só deus sabe o que pode acontecer nos próximos, mas ele tem potencial. Um potencial fantástico se continuar assim sem dó nem piedade seguindo a escola George Martin de ser.

Meu irmão leu e ficou louco pela história, acredito que para jovens leitores e quem gosta de mangá é uma escolha sem erro, criativa e que te deixa completamente apreensivo se seu telefone toca durante a leitura do mangá.

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About Author

Criadora do @pausaparaumcafe, social media, formada em marketing, rata de biblioteca, intolerante à lactose e a pessoas de mau humor.

4 Comments

  • Dayenne Vieira
    15 de dezembro de 2013 at 15:17

    Achei a história bem diferente. gostei dos traços, parecem ter um estilo bem único. O fato de ser no “estilo George Martin” me deixou com muita vontade de ler, mas ao mesmo tempo com medo. De qualquer forma, acho que a curiosidade está ganhando.
    Vou procurar o mangá para ler, com certeza.
    Um abraço,
    Dayenne Vieira.

    http://um-momentoasos.blogspot.com

    Reply
  • Nicolas Ueda
    15 de dezembro de 2013 at 17:47

    Lendo a resenha sobre a obra, me veio muito a mente o filme “Battle Royale”, mas que pelo jeito o mangá leva pelo terror psicológico, enquanto o filme vai mais pela luta pela sobrevivência, com dose de distopia.

    Lembro de ter visto algo assim em uma história dentro do mangá Bakugan (ótimo por sinal), em que uma história que os personagens criavam era no mesmo estilo de narrativa. No gênero de mangá Seinen, se não me engano, que é voltado para histórias mais adultas, tem muito desse tipo de dramas agoniantes, violentos, etc. O próprio Battle Royale é um mangá nesse estilo, que depois foi levado para as telas.

    Reply
  • Priscilla Brentan
    14 de Maio de 2014 at 16:36

    Acabou os volumes Anna? O que achou? Eu dei 2 selos cabulosos pra ele… >:

    Reply
    • Anna Schermak
      14 de Maio de 2014 at 16:37

      Eu não acompanhei 😡
      Só li o primeiro.

      Reply

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