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Cinema

Resenha: The Hobbit – Uma Jornada Inesperada – Versão Estendida

 Então gente, como sempre, andei sumida mas eu tenho uma boa notícia: acabou! Acabou a escola, e por hora (até saber o resultado do Enem) estou de férias eternas! Wee…
 Para entrar no clima para a estréia de The Hobbit a Desolação de Smaug, eu vou falar para vocês sobre a versão estendida da primeira parte. Pois bem, sabe quando a gente baixa só porque é fã mesmo e acha que na verdade, não devem ter assim tantas cenas exclusivas? Pois bem! Levei um tapa na cara porque com o Peter Jackson as coisas não funcionam dessa maneira.
 Pensei também que fosse até enganação, já que a versão estendida do O Senhor dos Anéis demoraram 3 anos para serem lançadas, pois não existia a intenção de lançar! Pode uma coisa dessa? A duração do filme normal são de 2h49min – já na versão estendida são 3h2min – mas são de cenas maravilhosas e eu estou simplesmente in love.
 Logo no começo já é possível observar algumas mudança, como na narração de Bilbo, mostra um pouco mais sobre Erebor, a defesa da cidade contra Smaug e de como começou toda a picuinha entre os elfos e os anões.
 O incrível é que sim, fiquei 3h com o rabo na cama assistindo e nem percebi que foram-se 3 horas do meu dia. Te envolve ainda mais pois há aquela expectativas de assistir as novas cenas. De fato, uma das cenas que mais me emocionei foi ver como a história de Bilbo e Gandalf se encontram pela primeira vez. Eu fiquei completamente apaixonada, ainda mais pelo fato de ser uma coisa tão… inocente e que estava tão predestinada a acontecer que… awn…  Chorei.
Little Bilbo atacando o Gandalf com uma espadinha de madeira
 A maioria das cenas existem até mesmo no filme normal porém são maiores ou tem alguns detalhes a mais. Por exemplo, a jornada quando parou em Rivendell (Valfenda) foi algo prévio, no qual Elrond apenas leu as runas lunares e houve o pequeno conselho sobre o mau que estava nascendo entre Galadriel, Saruman, Gandalf e Elrond, porém na versão estendida houveram cenas praticamente MARAVILHOSAS e dentre delas uma inédita: anões pelados! Sim!
 
 Bem, são muitas cenas inéditas e se eu fosse vocês eu correria para baixar logo e assistir. Minha opinião sobre O Hobbit já está formada há muito tempo, independente da versão estendida. Achei que os efeitos melhoraram em 100% desde O Senhor dos Anéis – e que a fidelidade com o livro, os personagens, falas e até mesmo a musicalidade foram feitas com muito carinho; a direção de fotografia eu nem preciso comentar porque também achei que foi de uma dedicação maravilhosa e que realmente parece ter sido feito por fãs e apreciadores de Tolkien e claro a categoria que eu sempre puxo o saco: trilha sonora. Por favor, nada mais faz viajarmos no tempo e irmos de encontro a Frodo, Elrond e até mesmo Sauron do que as músicas.
 Só não falo mais para vocês sobre porque eu não sei falar sobre Tolkien sem começar a explicar Arda, os Ainur, Telperion e Laurelin, os Maiar, os Istari… enfim, minha paixão completamente alucinante pela literatura de Tolkien.
 Nessa sexta eu assistirei The Hobbit – The Desolation of Smaug e volto para vocês com mais novidades e menos spoiler – quando for spoiler eu aviso né galera, o livro já foi lançado há 73 anos atrás, se você não leu, leia porque eu não vou ficar poupando spoiler sobre a história, apenas sobre o filme.
 Então, nesse dia típico de um hobbit, pelo menos para mim, que estou em casa lendo, escrevendo e comendo o dia todo, deixo para vocês com todo amor e carinho Tolkien falando sobre O Hobbit em 1980, mostrando toda sua humildade e a preciosidade que ele era:
 Que a bênção dos Valar recaia sobre vós.
About Author

Criadora do @pausaparaumcafe, social media, formada em marketing, rata de biblioteca, intolerante à lactose e a pessoas de mau humor.

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