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[Top5] Escritores viciados em café!

No dia internacional do café (comemorado no dia 29 de setembro) confira quais são os escritores viciados em café e que usaram esse recurso como fonte para inspirações e principalmente para se manter acordado e terminar aquele novo rascunho que deveria ser entregue a editora, jornal ou revista!

1. Honoré de Balzac.

Dizem que o autor de Comédia humana chegava a beber 50 xícaras de café por dia. Até mesmo seus biógrafos dizem que foi o vídeo que o levou à morte.  –  Acho que era realmente café demais né gente? –

Este café cai no estômago … A partir desse momento, tudo é agitada. As idéias rápidas são implementados como um grande exército batalhões … […] Os deslizes da pena todo o trabalho, a luta, a luta, vem a violência extrema e depois morre sob um mar de tinta preta como um verdadeiro campo de batalha que escurece em uma nuvem de pó.

2. Truman Capote

Truman também era viciado em café, mas no período da tarde trocava a sua bebida preferida por alguns chás e martini. Capote escreveu várias peças e musicais, incluindo um roteiro para O Grande Gatsby.

3.  J. K. Rownling.

Não se sabe o que ela bebia, mas nossa rainha escreveu boa parte, se não o livro inteiro de Harry Potter, no café Elephant House em Edimburgo, então obviamente, deveria ser café.

4. James Joyce.

Conta-se que Joyce também passava suas noites em restaurantes e cafés escrevendo suas obras. O escritor acordava depois das 11h e escrevia depois do almoço.

5. Proust

Proust escrevia de madrugada, com a ajuda de tabletes de cafeína, e tomava calmantes quando decidia dormir. Não devia ser uma vida muito saudável, mas era a sua maneira de escrever.

Fontes: http://pt.wikinoticia.com | http://revistaepoca.globo.com

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Criadora do @pausaparaumcafe, social media, formada em marketing, rata de biblioteca, intolerante à lactose e a pessoas de mau humor.

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