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[Top6] histórias reais por trás dos filmes da Disney que vão arruinar a sua infância.

Eu sou uma menina, fui criada ouvindo contos de fadas. Animais falantes, meninas corajosas, magos, bruxas e tudo mais. Não é atoa que sou viciada em Once Upon a Time.

Quando a gente cresce e busca por novas histórias, encontra a verdade sobre muitas delas e isso nem sempre é legal. Nós ficamos horrorizados ao descobrir que as origens de muitos dos nossos filmes favoritos da Disney tinham detalhes horríveis e que a Disney deixou completamente fora (ainda bem?).

Abaixo você tem uma coleção de detalhes horripilantes que a Disney optou por deixar de fora de todas estas adaptações. Leia somente se você quiser arruinar completamente sua infância.

disney

1. Cinderela: 

Nos livros d’Os Irmãos Grimm, uma das meias-irmãs malvadas corta fora os dedos do pé, enquanto a outra corta o calcanhar para que ambos possam se encaixar no minúsculo sapatinho de cristal. O príncipe é notificado por pombinhas que há sangue no sapato e, finalmente, descobre que a verdadeira dona do sapatinho é Cinderela. Uma vez que as irmãs percebem que elas devem tentar ganhar o coração de Cinderela (afinal, ela será rainha), elas vão ao seu seu casamento, somente para ter seus olhos arrancados por pássaros. Será que eles mereciam isso? Eu vou deixar você decidir.

2. A Pequena Sereia:

O conto clássico de Hans Christian Andersen é um pouco diferente do que conhecemos. A pequena sereia apenas vê o príncipe de longe em seu navio,  ela não vai resgatá-lo do afogamento, mas acaba se apaixonando por ele. Então ela faz uma visita a bruxa do mar que toma a sua língua em troca de pernas humanas (e ela faz isso porque a pequena sereia tem uma voz incrível).

A sereia só pode permanecer humana se encontrar o beijo do amor verdadeiro e se o príncipe se apaixonar e se casar com ela. Só que na história real, ela vai morrer se falhar. Além disso, enquanto o príncipe continua a ser o motivador principal da história, a sereia é motivada  também  pelo fato dos seres humanos terem almas eternas, e as sereias não. O filme da Disney deixa de fora a pena  que a a sereia paga para ter pernas: A cada passo que ela der, vai sentir como se estivesse andando em fragmentos afiados de vidro. No final, nada é feliz. Para voltar a ser uma sereia, ela precisa matar o príncipe. Só que ela não pode fazer isso, afinal que horrível né? Então a sereia se joga no mar e se transforma em espuma do mar. Como isso pode ser um final feliz, eu não sei…

3. Pinocchio:

“Pinóquio” foi inspirado no clássico italiano de Carlo Collodi: “As Aventuras de Pinóquio”. Você pode pensar que Pinóquio era travesso no filme, mas ele é muito mais no livro. No livro, ele foge assim que aprende a andar. Ele é encontrado pela polícia, que aprisiona Geppetto porque acredita que Pinocchio foi abusado. Pinóquio volta para casa, onde ele mata o grilo falante (sorry, Grilo),  que tenta lhe avisar sobre os perigos dos prazeres da vida. Geppetto é liberado e insiste que Pinóquio vá para a escola. Pinóquio vende seus livros escolares por um ingresso para o Grande Marionette Theatre só que roubam seu dinheiro e tentam enforcá-lo. 

4. A Bela Adormecida:

No conto de Giambattista Basile (que é a verdadeira origem da história de A Bela Adormecida), um rei passa pelo castelo da Bela Adormecida e bate na porta. Quando ninguém responde, ele sobe uma escada através de uma janela e ao encontrar a  princesa ele a chama, mas como ela está inconsciente, não acorda. Pois bem, caro leitor, então ele a leva para a cama e a estupra e simplesmente vai embora (e nem deixa o telefone). Ela desperta depois que dá à luz, porque um de seus gêmeos suga o linho de seu dedo. O rei volta e, apesar de ele tê-la estuprado,eles acabam se apaixonando (que linda história não? u.ú). No entanto, outro grande problema: o rei ainda está casado com outra pessoa. Sua esposa descobre e não só tenta matar os gêmeos, cozinhando e alimentando o rei com eles (Hannibal mandou um beijo), mas também tenta queimar a princesa na fogueira. Felizmente, ela não tem êxito. O rei e a princesa se ??casam e vivem felizes para sempre.

5. O Rei Leão:

 Oh, você não sabe que “O Rei Leão” foi uma adaptação livre de “Hamlet”, de Shakespeare? Na história um irmão ciumento mata o rei, o filho descobre isso e quer vingança. Na versão de Shakespeare todos morrem. TODOS!

6. Branca de Neve e os Sete Anões:

Na versão dos Irmãos Grimm, a madrasta rainha má pede a um caçador para levar Branca de Neve para a floresta e matá-la (o que também acontece no filme da Disney). No entanto, na história, ela pede a ele para também trazer o coração e o fígado de volta. Ele não consegue matar a Branca de Neve, e assim traz de volta o coração e o fígado de um javali. A rainha come o coração e o fígado, acreditando que eles são da Branca de Neve. No livro, a rainha tenta duas vezes, sem sucesso, matar Branca de Neve. Na terceira vez, quando a rainha lhe dá a maçã (assim como no filme), Branca de Neve desmaia e não pode ser revivida. Ela é colocada em um caixão de vidro. Um príncipe vem e quer levá-la para sua terra. Os anões hesitam, mas deixam e enquanto ela está viajando a maçã envenenada acaba se soltando da sua garganta. Ela e o príncipe, é claro, se casam. A rainha má é convidada para esse casamento e como castigo, ela é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa ardente e dançar até que ela cai morta.

Fonte do post de onde traduzimos: www.huffingtonpost.com
Post para conhecer outras histórias (Eu super recomendo, a Ceile fez ótimos posts contando a verdade sobre os contos de fadas! : http://www.estejali.com/search/label/A%20Verdades%20Sobre%20os%20Contos

About Author

Criadora do @pausaparaumcafe, social media, formada em marketing, rata de biblioteca, intolerante à lactose e a pessoas de mau humor.

3 Comments

  • Juh Sutti
    13 de novembro de 2013 at 11:51

    Tão tenso isso!
    Apenas chocada com a história da Bela Adormecida!

    Beijos
    Livros e blablablá

    Reply
  • Lucia
    13 de novembro de 2013 at 12:59

    Chocante, né? Adoro essas histórias.
    Há um tempo li essas versões e tinha a explicação de historiadores e outros entendidos para tanto sangue e crueldade: é que naquele tempo as pessoas morriam muito jovens e tinham uma vida muito dura. Não havia espaço para monstros e fantasmas, sobreviver já era um terror. Estas histórias pé-no-chão, envolvendo muito sexo, mortes violentas e vinganças tinham mais a ver com eles, e a moral era dúbia ou mesmo inexistente.
    Outra coisa, não havia histórias “infantis”, porque não havia infância. As crianças trabalhavam com os pais ombro a ombro assim que andavam, eram tratados como adultos pequenos e não eram poupadas de nada escabroso.
    E essa situação não ocorria somente na população mais pobre, mesmo entre os ricos a morte prematura era sempre um risco (doenças, comida mal conservada…), e a educação das crianças não levava em conta a idade delas.
    Bom, aí essas histórias eram contadas boca a boca, só depois Perralt e os Grimm as transformaram em contos de fadas.
    Pena que não lembro onde foi que li esse artigo, senão punha o link aqui.

    Bjos!

    Reply
  • […] Anna Schermak – 13 de novembro de 2013 […]

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