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Literatura

[Resenha] Regando Flores de Plástico, por Russel Friedman e John W. James | @EditoraNacional

 Sinopse: Alivie sua bagagem de relacionamento e abra espaço para o amor de sua vida. Este livro é para qualquer pessoa que: • tenha experimentado o fim de um relacionamento amoroso, seja recente ou de longa data; • tenha experimentado uma sequência de romances desfeitos e está cansada de buscar um parceiro; • reconheça que seu envolvimento romântico atual está em risco, mas não sabe por que ou o que fazer a respeito; • tenha desistido de tentar encontrar a felicidade em um relacionamento amoroso, acreditando que é simplesmente impossível.

“Um pouco de perfume sempre fica nas mãos de quem oferece flores”. – Provérbio chinês

Regando Flores de Plástico é basicamente um livro de autoajuda para ajudar as pessoas a conseguirem se livrar de bagagens de relacionamentos anteriores que estão interferindo em relacionamentos presentes e futuros.

John W. James e Russel Friedman fazem parte do Grief Recovery Institute (Instituto de Recuperação do Luto) que ajudam as pessoas a superarem traumas de diversas naturezas. O grupo foi fundado por John W. James depois que ele não conseguia superar a perda do filho. Russel Friedman entrou pouco tempo depois por motivos parecidos.
Eles já lançaram outros três livros com o tema recuperação emocional, e nesse, eles adentram o mundo de relacionamentos.

O livro faz isso em três partes, primeiramente descontruindo toda a parte sentimental de um fim de relacionamento. Ele mostra como desde criança nós somos programados a expressar (ou não expressar) nossos sentimentos de forma “errada”. A sociedade em si nos condiciona a isso e com cada relacionamento, essa bagagem emocional que as pessoas não conseguem lidar direito, e simplesmente ignoram, vai-se acumulando, dificultando ainda mais relacionamentos presentes. O livro trás conceitos de Psicologia Cognitiva, explicando sobre a formação da psique, mas de forma bem simples e compreensível.

Nisso ele volta à infância onde aprendemos erroneamente que não devemos demonstrar certos sentimentos como tristeza, raiva, angustia, etc., caracterizando eles como ruim, e apenas demonstrar sentimentos “bons” como alegria, felicidade, etc..

Essa primeira parte do livro é apenas como lidar com os sentimentos.

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Já a segunda parte do livro é sobre os relacionamentos passados. Agora o livro pede para o leitor fazer uma internalização de seus relacionamentos anteriores, e tentar enxergar que bagagem ele esta trazendo deles para o presente. Ele pede ao leitor para revisitar os motivos que relacionamentos passados não foram bem sucedidos, e tentar ver o que VOCÊ fez e sentiu para que eles não dessem certo. O livro possui alguns exercícios para ajudar o leitor a perceber melhor cada ponto do livro e como eles se aplicam a sua realidade.

Essa segunda parte do livro trás exemplos reais, dentre eles os dos dois autores, sobre suas vidas amorosas, as falhas e a internalização deles dos motivos que levaram esses relacionamentos ao fracasso.

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A terceira parte do livro é a autoajuda em si. Ela trás métodos e exercícios para ajudar o leitor a abandonar velhos hábitos, deixar a bagagem para trás, e construir novos hábitos mais saldáveis. O livro ensina ajuda o leitor a superar os relacionamentos antigos e fazer paz consigo mesmo.

Agora… Não tem como eu dar uma nota sincera sobre um livro de autoajuda, pois ele é direcionado a pessoas especificas com experiência de vidas especificas. O livro me serviu em partes, mas mais como uma forma de eu reavaliar conceitos da minha própria psique, e da minha formação, do que para me ajudar com relacionamentos, mas eu conheço pessoas para as quais o livro se encaixa 100% (inclusive vou dar para elas lerem). Mas o que eu posso falar é que o livro é agradável de ler, escrito de forma simples e fluida.

Se você acha que o livro pode te ajudar, vá em frente e leia, não custa nada.

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Edição: 1 | Editora: Nacional | ISBN: 9788504017380 | Ano: 2013 | Páginas: 184

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Esse post foi feito pelo Mateus Bittencourt 

2 Comments

  • Rafaela Hübner
    14 de fevereiro de 2014 at 10:27

    Oi, td certo?

    Eu sei que muitas pessoas julgam e outras tantas tem vergonha de ler livros de auto-ajuda. Pessoalmente, eu leio e gosto bastante!

    O tema tem que ser pertinente a sua vida e você tem de estar disposto a “ouvir” o que o autor tem a dizer, tem de querer fazer acontecer. Naqueles dias que tudo parece dar errado e você não tem ânimo de continuar, esses livros costumam ajudar! Acho muita inspiração nesse tipo de livro!

    Bjs
    http://arrastandoasalpargatas.blogspot.com.br

    Reply
  • adilson
    15 de fevereiro de 2014 at 01:08

    Particularmente sempre li livros de alto-ajuda, e não me envergonho disso! Sou leitor assíduo de Augusto Cury,já li quase todos os seus livros!O tema em si me chamou muita a atenção! E tem tudo haver comigo!Acho que vou ler o livro! Abraços!

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