[Resenha Mangá] Super Onze #01 de Tenya Yabuno.| Editora JBC

5 de outubro de 2013

Super Onze de Tenya Yabuno

Nº Total de Edições: 34 volumes
Formato: 13,5 x 20,5 cm
Páginas: variam de 50 a 84
Preço: R$ 4,90
Classificação etária: livre

Disponível nas bancas, confira o site da editora | Super Onze – Box com 4 DVDs Vol. 1 – DVD4

Sinopse: Endou Mamoru é um goleiro muito talentoso, e neto de um dos maiores goleiros do Japão, que morreu antes de ele nascer. Mamoru é fanático por futebol, e procura seguir passo seu avô falecido (seu avô foi o ex-treinador do Colégio Kaminari) onde ele joga atualmente. Mesmo com habilidades incríveis o goleiro precisa fazer com que sua escola tenha um time melhor e que os outros jogadores, que não parecem muito interessados em formar uma grande equipe, comecem a treinar.
Mas, quando um jogador misterioso chamado Gouenji Endou chega à cidade, o jovem goleiro vê uma grande oportunidade de sua equipe crescer e pretende encontrá-lo e fará de tudo para e recrutá-lo.

 

Essa é nossa primeira resenha de Mangá aqui no blog. Faz algum tempo que vocês veem me pedindo para aderir esse estilo em nossas resenhas. A vontade de atender vocês veio combinada com o contato da JBC. Eles foram super simpáticos em oferecer alguns títulos pare resenha e pensando em vocês nós aceitamos.

O primeiro mangá que chegou aqui em casa foi Super Onze que foi rapidamente lido por mim. Super Onze (Inazuma Eleven) de  Tenya Yabuno é o mais novo lançamento da editora que promete trazer a cultura japonesa para o Brasil de forma séria.

Super_Onze_manga

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Para iniciar a nossa resenha vocês podem perceber nas fotos que Super Onze não veio em formato tankobon  tradicional. O mangá tem uma proposta diferente, de ser mais acessível custado R$ 4,90 em vez dos aproximadamente R$10,00 das outras versões. O mangá terá 34 edições no Brasil – foram 10 no japão – e será publicado quinzenalmente.

A história de Super Onze surgiu originalmente em um jogo para Nintendo DS, depois disso virou anime e mangá. Os animes já passaram no Brasil na Rede TV e também teve um curta animado na Cartoon Network. Foi sucesso em muitos países como Portugal, Hungria e Polônia.

Super_Onze_manga

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Apesar do novo formato, a leitura do Mangá continua normal.

Contando a história do jovem goleiro Mamoru Endo e sua equipe de futebol, o mangá se divide-se em algo divertido e ao mesmo tempo sério com uma lição de superação que se bem trabalhada pode fazer muita gente pensar. Com o objetivo de vencer o jogo de futebol e ser igual aos lendários Super Onze – time de futebol conhecido por suas grandes técnicas – o grupo treina e procura lutar contra todas as formas de zoação que levam da escola inteira.

Nesse primeiro voluma são apresentados os personagens e descoberto a primeira técnica que será importante para fazer com que comecem a olhar para o pequeno time do capitão Endo. A Mão Fantasma, um estilo que faz com que o goleiro segure qualquer bola. Claro que não vou revelar todo o mistério por trás da Mão Fantasma, mas é um estilo diferente e misturando um que de sobrenatural o mangá diverte e te faz querer correr no campo e jogar – ou praticamente lutar – ao lado de Super Onze.

Gostei muito do mangá, principalmente porque se não fosse enviado pela JBC dificilmente seria algo que eu pegaria na banca por ser relacionado a futebol – algo que eu não entendo bulhufas – , e incrivelmente, aqui, o futebol só é uma desculpa para mostrar o quanto os pequenos podem ser grandes e claro, podemos prever grandes poderes e lutas dentro do campo.

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E aí, curtiram minha resenha, aguardem novidades! Estou trabalhando – e lendo – bastante para conseguir melhorar cada vez mais o Pausa no campo dos quadrinhos, deixem suas indicações nos comentários. Quem sabe eu não resenhe aqui?  Beijos!

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  1. apesar de ter barateado, não curti este novo formato. Muito “descartavel”, aparentemente

    1. É bem fácil de rasgar, tem que tomar cuidado.
      Mas é bem melhor para ler, detesto a forma “grudadinha” que é a outra versão, não da pra abrir direito as páginas.

      1. é que essa versão grudadinha, geralmente vem meio marcado onde que é pra dobrar a capa, e tem q ter todo um cuidado tbm p/ dobrar… Mas sei la, prefiro o formato antigo… Apesar que a Conrad ja fez meio que um hibrido dos dois e ficou bacana

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