Menu
Literatura Nacional

Lançamentos de Julho da @Suma_br

Livro A Casa Que Amei A Casa Que Amei

Autora: Tatiana de Rosnay
ISBN: 9788581050836
Lançamento: 02/07/2012
Formato: 14,5 x 21
224 páginas
Preço: R$ 34,90

Sinopse: Paris, 1860. Centenas de casas estão sendo demolidas e bairros inteiros reduzidos a pó. Por ordem do imperador Napoleão III, o Barão de Haussmann dá início a uma série de renovações que alteram para sempre a cara da antiga capital. As reformas apagam a história de gerações, mas, em meio ao tumulto, uma mulher resiste.

Rose Bazelet é uma viúva parisiense há anos de luto pela morte do marido. Mesmo assim, mantém uma vida movimentada, com amigos e uma rotina que a satisfaz. Quando sua casa é posta na linha de destruição pela modernização parisiense, ela se desespera e não se conforma. Ela está determinada a lutar até as últimas consequências contra a derrubada de sua casa, que guarda tantas lembranças de sua família.

Enquanto outros moradores fogem, Rose se recusa a sair e inventa histórias para despistar os amigos, se escondendo no porão da casa. Sua única companhia é Gilbert, um maltrapilho que a visita e lhe traz comida. Numa tentativa de superar a solidão do dia a dia, ela começa a escrever cartas a Armand, seu marido já falecido. À medida que mergulha nas lembranças, em meio às ruínas, Rose é obrigada a enfrentar um segredo que esconde há trinta anos.

Conforme o dia da demolição se aproxima, seus relatos ficam mais comoventes e surpreendentes. Enquanto enfrenta o passado, ela também tem que lidar com os sentimentos conflitantes que nutre pelos filhos. Com Violette, sua filha mais velha, tem um relacionamento distante. Baptiste, por outro lado, é um filho que ama intensamente, mas que lhe deixou feridas difíceis de serem superadas.

Tatiana de Rosnay pinta em A casa que amei um vívido quadro da Paris de 1860, dando movimento às ruas, às casas e aos moradores. E, através de cada carta escrita por Rose, constrói uma protagonista incrivelmente forte que se recusa a abrir mão do último elo que a une à sua família. É a história da força inabalável de uma mulher e uma ode a Paris, onde as casas abrigam não apenas os sentimentos de seus moradores, mas também segredos guardados a sete chaves.

LEIA UM TRECHO DO LIVRO EM PDF

 Livro O Volume Negro O Volume Negro

 Autor: Gordon Dahlquist
ISBN: 9788581050829
Lançamento: 02/07/2012
Formato: 16 x 23
448 páginas
Preço: R$ 49,90

Sinopse: Até pouco tempo atrás, Celeste Temple tinha a vida típica de qualquer dama da Inglaterra vitoriana. O casamento, cuja data se aproximava, era sua grande preocupação – e o trauma que se seguiu ao fim abrupto do relacionamento era certamente o maior golpe sofrido pela moça até então. Diante do nada convencional rompimento por parte de seu noivo, Roger Bascombe, Celeste partiu em busca de explicações e se envolveu em uma sombria aventura.

A busca por respostas fez com que Celeste seguisse seu ex-noivo até uma mansão em ruínas onde estranhas experiências, acompanhadas de atos de violência e libertinagem, acontecem. Ela embarca em uma jornada na qual se une ao cardeal Chang, um assassino que descobre que seu alvo já havia sido morto, e ao doutor Svenson, médico da realeza e um sujeito tão heroico quanto atrapalhado, que também têm histórias sombrias com a estranha mansão e a conspiração que toma parte no local.

Após travar contato com os sombrios livros de vidro azul – parte das experiências da mansão nas quais Roger Bascombe estava envolvido –, que roubam as memórias de quem os toca, Celeste parece estar em outro mundo. Acaba de acordar numa ilha desconhecida, ainda sofrendo os efeitos do contato com um dos misteriosos livros. Ela se lembra da queda do dirigível onde estava. Lembra que se jogou ao mar quando ele caiu e se recorda também que, pouco antes disso, deu um tiro em ninguém menos que seu ex-noivo.

O que ela não lembra ao certo é onde foi parar e se as outras pessoas a bordo do dirigível ainda estão vivas. O cardeal Chang e o doutor Svenson parecem ter sobrevivido, a julgar pelas pistas encontradas por Celeste. E só o que lhe resta é partir no encalço dos dois, pois a união com estes dois improváveis companheiros de jornada representa a sua melhor chance de continuar viva. Além do mais, estranhas mortes vêm acontecendo perto de Celeste.

Seguindo as pistas deixadas pelo cardeal Chang e o doutor Svenson, ela abandona a cidade costeira para reencontrar seus aliados, sem saber que o perigo está em seu encalço. A jovem é alvo de pessoas com os mais variados interesses, muito mais poderosos que ela, entre os quais está Roger. Uma máfia está interessada no poder da argila índigo, o material usado na fabricação dos livros de vidro, e especialmente nos efeitos que o material causou no cérebro de Celeste.

Continuação de O devorador de sonhos, inebriante romance de estreia de Gordon Dahlquist, O volume negro leva os leitores mais uma vez à Europa vitoriana do século XIX, numa jornada repleta de obstáculos e perigosas escolhas. Correndo risco de vida constante, Celeste precisa esclarecer os acontecimentos que se seguem a seu contato com os livros de vidro azul e desvendar o segredo de sua fabricação – e as respostas serão as mais inesperadas.

LEIA UM TRECHO DO LIVRO EM PDF 

About Author

Criadora do @pausaparaumcafe, social media, formada em marketing, rata de biblioteca, intolerante à lactose e a pessoas de mau humor.

3 Comments

  • Eduardo
    15 de julho de 2012 at 23:26

    Dois livros de época que me pareceram muito interessantes. Gostei muito também da capa de “O Volume Negro”. Mas vou comentar sobre o primeiro, pois é muito atual.

    Lembremos das obras da Copa e Olimpíada, que estão desapropriando muitas pessoas Brasil afora. Aqui em São Paulo, nos últimos anos, bairros residenciais sendo ameaçados ou totalmente transformados em função da ação de grandes construtoras. Em Pequim, há alguns anos atrás, aconteceu o mesmo. Progresso? Ou violência?

    Hoje mesmo li que o mesmo está acontecendo em Santos, uma cidade que até outro dia era enaltecida por sua qualidade de vida:
    http://blogs.estadao.com.br/flores-de-lulu/arvore

    É do tipo de assunto que mexe com os brios, revolta, pois mesmo que as pessoas sejam indenizadas justamente (e dificilmente são), nada é capaz de compensar uma desapropriação, ser arrancado à força do lugar onde você vive, ser praticamente despejado da sua própria vida, pelo Estado ou por pressão de empresas.

    É por isso que eu gostaria muito de ler esse livro, é o retrato da nossa época, ajuda as pessoas a terem consciência do problema, e quem sabe a buscar soluções práticas contra isso.

    Reply
  • dolcceblanc
    16 de julho de 2012 at 13:50

    A casa que amei!

    que coisa lindaaaaaaaaaaaaaaaaa

    Bacio, Selene Blanchard
    Modaeeu.blogspot.com
    Espero sua visita

    Reply
  • Giulia Ladislau
    16 de julho de 2012 at 23:25

    A Suma ainda não é uma editora muito divulgada, né? Mas tem uns livros que parecem bem legais.
    Achei O Volume Negro mais interessante que A Casa que Amei.
    Giulia http://prazermechamolivro.blogspot.com

    Reply

Leave a Reply

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.